
Valente deu uma gorjeta generosa para os carregadores e fechou a porta da casa nova atrás de si. Caixas e mais caixas com a mudança se amontoavam na sala. As costas doíam do sobe e desce da longa estrada até a pequena cidade no meio do nada, mas não lhe restava opção. Era desempacotar tudo ou dormir sobre o estrado nu da cama, sem um lençol sequer para lhe fazer companhia. Já tinha esvaziado algumas caixas quando ouviu o toc-toc.
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