
Cansado de procurar por um widget de relógio que combinasse com o papel de parede de meu celular, “criei” (ou encomendei) um ao Claude. O que isso quer dizer, além da hora certa?
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Cansado de procurar por um widget de relógio que combinasse com o papel de parede de meu celular, “criei” (ou encomendei) um ao Claude. O que isso quer dizer, além da hora certa?
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Nasci e cresci no subúrbio, andando por calçadas quebradas emolduradas por casas, vilas, pequenos comércios. Ruas que passaram todos os meus primeiros anos imunes ao tempo que transforma, apenas sendo lentamente consumidas pelo tempo que devora. Então saí, e vim parar num canto completamente diferente da cidade.
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Meu filho é bom no FIFA (o videogame que não se chama mais FIFA, mas ok). Eu era meia-boca, confesso. O que direfencia meu moleque de jogadores como eu, além do conhecimento de todos os dribles e comandos, é um estado em que o foco é tão pleno que o mundo todo parece em câmera lenta. Então, de forma quase mágica, é possível antecipar os movimentos do jogador adversário, executar uma complexa sequência de comandos numa fração de segundos e ter tempo para processar a melhor saída em qualquer situação. E se você está ansioso para eu chegar logo ao ponto desse texto, então fica aí que esse post é para você.
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Que eu vi uma rua usando o céu azul como chapéu.
Que andei por uma calçada de verdade, com plantas e portarias e rachaduras e poças que não sabemos se são chuvas perdidas, vazamentos ou a marca indelével de um território canino.
Que andei pela calçada, depois por outras, e atravessei nas faixas de pedestres. E que vi pessoas vivendo suas vidas, levadas a passear por seus cachorros, se afunilando em restaurantes, saindo do mercado.
Que ao fim da rua me esperava o mar, e pessoas assavam felizes, ciclistas pedalavam felizes, vendedores vendiam suas coisas (talvez felizes).
Que o mar infinito tremulava bravo, criando ondas com grande estardalhaço, só para vê-las se esvaírem em espuma contra os míseros grãos da areia fina e quente.
Eu vi plantas, e céu, e gente, e mar e ondas e vento.
Fui feliz na virada do verão para o outono, numa manhã de sábado.
Que fique registrado.

Há muitos anos, escrevi um post aqui sobre uma preocupação paterna: como deixar meu gosto musical de legado? Volto aqui com atualizações.
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Vejam só minha nova teoria cosmológica preferida: todo o universo é mantido de pé por um único elétron pejotinha que fica indo e vindo no tempo para girar em torno de todos os átomos existentes. É o Funcionário do Mês de todas as eras.
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A mudança foi gradual, mas hoje ela é indiscutível nas esquinas do Rio de Janeiro: os doutores não são mais os mesmos.
(mais…)Quem diria quer ler livros ajudaria a ler o mundo, não é? Que viajar no tempo e no espaço de carona nas histórias da ficção auxiliaria no exercício de planejar, inovar, comunicar, prever e interpretar tendências no universo real?
Trouxe essa pauta viajandona para o centésimo episódio do podcast O Rio é Tech, comandando pelo talento multimídia Beto Largman, colunista de tecnologia e inovação da BandNews FM Rio. O encontro foi no estande da rádio Band News FM durante o Rio Innovation Week (RIW).
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Alexandria chegou esbaforida do canto número 2, de onde veio contornando o chafariz central. Fios do cabelo grudavam na testa suada e salpicada de terra escura. As mãos, ainda mais sujas, espalhavam o substrato pelo rosto a cada tentativa de soltar os cabelos que emolduravam um sorriso raro, iluminado por olhos radiantes.
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Vó Asblergh no pódio! Meu conto “Como cozinhar humanos” é um dos três finalistas da categoria Narrativa Curta de Fantasia do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica 2025!!!
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