Que eu vi uma rua usando o céu azul como chapéu. Que andei por uma calçada de verdade, com plantas e portarias e rachaduras e poças que não sabemos se são chuvas perdidas, vazamentos ou a marca indelével de um território canino. Que andei pela calçada, depois por outras, e atravessei nas faixas de pedestres. […]
Archive: